Eu não sabia como se fazia.
Comecei numa ponta e fui até a outra.
Crescia e diminuía o tempo todo.
Fui aprendendo...
Entrava e saia... da linha.
Se mais forte fazia, maior ficava,
doía e gemia.
Todo dia repetia, repetia e repetia.
Ora sozinho,
ora acompanhado,
com o tempo ficava cada vez melhor.
Até hoje uso os dedos,
mas não faço mais garranchos.
Apenas escrevo...
No computador.
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